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E Procurando Nemo 2 será Procurando Dory, anuncia Pixar
E quem vai se perder agora no oceano será a Dory e não mais o Nemo.
A Disney e a Pixar marcaram a data de estreia de Finding Dory, a continuação de Procurando Nemo.
A animação chega aos cinemas em 25 de novembro de 2015.
E é a Disney ampliando suas franquias e apostando nos coadjuvantes mais carismáticos que os protagonistas. Tanto é que Carros 2 foi focado no Mate, Universidade dos Monstros será focado no Mike Wazowski e em Procurando Dory teremos a peixinha com amnésia como centro das atenções. Sim, o que ela faz é válido, mas é sim um caminho mais fácil. Se bem executado não tem problema, mas se resultar num filme como Carros 2, que é um curta do Mate extendido, não vale a pena.
Mundo Bignada, onde nada é um novo mundo e nada é Procurando Dory no cinema.
Por Akanadin.
The Good Dinosaur – Animação da Pixar de 2014 ganha primeira arte conceitual
E em 2014 a Pixar vai lançar como seu anual filme de animação uma história sobre dinossauros. Confira abaixo a primeira arte conceitual:
Nisso, a Pixar está cumprindo uma declaração que faz há um bom tempo que era de lançar um filme sobre dinossauros e na sequência um sobre sonhos/realidade, estilo Inception.
Não muito tempo atrás, a Pixar estava com um status de: “Nunca erra em seus filmes”, mas precisou de dois filmes gelados como Carros 2 e Valente para perder esse prestígio. É bom, porque assim o nosso hype pros filmes dela diminuiu muito, se bem que a maioria está cagando pra Universidade dos Monstros, então a Pixar vai ter que rebolar. hehe
Enfim… Por enquanto, minha expectativa pra esse: “The Good Dinosaur” é que saia um filme bacana como Dinossauros da Disney. hehe
Nesse meio tempo, estou com minha atenção voltada para The Croods, filme dos homens da caverna da Dreamworks, que me deixou muito animado para assistir.
Esperar para ver. A Pixar está numa quase: “Crise de Identidade”, tentando coisas diferentes, enquanto a Dreamworks achou o seu caminho. Acho que a única sequência da Pixar que vale a pena mesmo é de Os Incríveis, se bem que eu Valente até renderia sim uma continuação muito bacana.
Mundo Bignada, onde nada é um novo mundo e nada é The Good Dinosaur.
Por Akanadin.
Crítica: O Hobbit – Uma Jornada Inesperada
O que esperar da Jornada Inesperada?
Fazendo um jogo de palavras com o título: “An Unexpected Journey”, o filme seria: Hobbit – Uma Jornada sem Expectativas, então o segredo é partir nessa jornada de coração aberto, preparado para aproveitar essa nova visita a Terra Média. Curtir o passeio como nerd, como fã, como apreciador de cinema ou espectador casual.
O filme é agradável de se ver, mas sim… Ele tem vários problemas. Você sente que o Peter Jackson está enrolando. Ele está esticando a história nitidamente em vários pontos e ficam aquelas cenas que você não precisa pensar muito para notar que tirá-las do filme não faria diferença.
E o pior está por vir, pois no ponto que o filme terminou, seria preciso somente mais um filme para terminar a história, então isso quer dizer que nos próximos dois filmes o Peter Jackson vai enrolar ainda mais, o que dá medo. Eu até imagino o que ele vai fazer.
Nesse primeiro filme até que funcionou, pois é um filme de apresentação, mas vamos como será o resto da trilogia.
Sobre as atuações, nem precisa-se pensar muito. Martin Freeman é o Bilbo, Richard Armitage é o Thorin e Ian McKellen continua sendo o Gandalf. Estes são os três grandes nomes do filme e são as atuações a se destacar. Eles e Andy Serkins retornando com Smeagol/Gollum mais bem feito do que nunca.
Grande parte do filme é para estabelecer a figura imponente de Thorin, é que é um dos maiores acertos do filme. Outro acerto foi dar uma carga dramática maior para os anões. Ficou um tanto clichê, é inegável, mas funcionou e ajudou inclusive nas motivações do Bilbo. Sobre o personagem Gandalf não precisa nem falar, cuja atuação do Ian McKellen é sempre de primeira. Fora eles, nada o que muito se destacar. Há os demais anões, vocês vêem a sinergia e amizade entre eles, mas basicamente é só isso e só servem para fazer humor, meio pastelão. Os demais personagens são bem unidimensionais, até por que a maioria vai entrando e saindo da história com em episódios de televisão.
Aliáis, o filme tem muito essa cara, de seriado de televisão. Ele tem meio esse ritmo mais televisivo do que cinematográfico. Por mais que o Peter Jackson tente dar um tom mais épico a essa primeira parte (Até coloca um final boss no filme e maior ligação com Senhor dos Anéis), o filme parece se dividir em vários episódios, sub-tramas que não precisavam estar ali.
Na parte técnica, não há o que se dizer. As paisagens são belíssimas, lugares e locações até mais bonitas que em Senhor dos Anéis, e a fotografia é de alto nível, sem falar das criaturas do filme que estão muito bem feitas. O que fica devendo é a trilha sonora, que é tão inexpressiva e repetitiva que só marca quando toca algum tema da trilogia Senhor dos Anéis..
Ao fim, temos uma boa adaptação. O filme até que é bem resolvido, mas uma meia hora de filme poderia tranquilamente ficar de fora. Vale mais pela visita de volta a Terra Média do que outra coisa. Poderíamos ter uma história de aventura mais divertida e fluída, mas o Peter Jackson decidiu tentar dar uma aumento no drama, epicidade e ligação com Senhor dos Anéis, o que deixou o filme carregado e atrapalhou o ritmo. Para esse começo não atrapalhou tanto. O que esperar do resto da jornada? Eu não sei, mas vamos em frente para descobrir.
Nota 7,5 para Hobbit – Uma Jornada Inesperada.
Mundo Bignada, onde nada é para sempre e nada é O Hobbit – Uma Jornada Inesperada.
Por Akanadin.
Crítica: A Origem dos Guardiões
Na minha opinião, um Masterpierce da Dreamworks, que parece que aprendeu com seus erros e mostra mais uma vez que parece ter encontrado o caminho.
Acredito que eu possa dizer tranquilamente que a Dreamworks é o maior estúdio de animação moderna. Lança mais filmes animados por ano, lança séries de televisão baseadas nos seus longas e lança sempre vários curtas animados. Eu também poderia dizer que a Dreamworks sempre prezou pela simplicidade em seus filmes. Enquanto a Pixar lançou Monstros S.A., uma baita de uma animação com uma forte carga dramática e uma forte simbologia por trás, a Dreamworks lançou no mesmo ano Shrek que é uma paródia de contos de fada clássicos, mas com personagens marcantes e muito bem-desenvolvidos o que gerou uma franquia de quatro filmes. Nisso, a Dreamworks ganhou o primeiro Oscar de animação, quer uns aceitem ou não.
A verdade mais conveniente seria essa: Que a Dreamworks sempre apostou no simples, mas na realidade a Dreamworks sempre apostou em tudo. Ela começou com uma animações em 2D, fez alguns filmes em Stop Motion e fez seu nome com Shrek e animações em 3D/CGI. A Dreamworks tinha em seu repertório filmes divertidos e marcantes, mas também tinha vários e vários filmes descartáveis e esquecíveis. Nisso ela sempre ficou atrás da Pixar em qualidade, pois esta vinha ganhando Oscar após Oscar.
Agora… A Dreamworks aprendeu, e muito, com seus erros. Pra começar, a Dreamworks atingiu um novo patamar técnico com Kung Fu Panda e Monstros Vs. Alienígenas que ela vem mantendo, mas foi depois de Como Treinar Seu Dragão vimos uma Dreamworks amadurecida e pronta para dizer: “Agora, é a nossa vez!”. Para o azar da Dreamworks aquele era o ano de Toy Story 3, por isso Como Treinar seu Dragão não levou o ouro pra casa. Nesses últimos dois anos a Dreamworks deixou a Pixar no chinelo. Carros 2 sequer concorreu ao Oscar e duvido muito que Valente vá ganhar dos seus oponentes. A Pixar fora da briga pelo Oscar de novo, ao meu ver.
Nisso, aonde eu quero chegar? A Dreamworks atual, por seus diversos acertos e erros, é um estúdio muito mais amadurecido do que a Pixar, em muitos aspectos. Para começar que a Pixar tentou lançar agora um filme mais simples e leve, sem grandes pretensões, que no caso é Valente, e o resultado foi um bom filme, mas por demais esquecível e com cara de filme genérico da Disney. Tentou alavancar uma nova franquia com Carros 2 e foi massacrado pela crítica e opinião geral. Já a Dreamworks tem bem sucesso com relação a franquias com Shrek, Madagascar e Kung Fu Panda, sendo que já temos a caminho Kung Fu Panda 3 e Como Treinar seu Dragão 2 e 3.
Enfim, vamos direto ao assunto: A Origem dos Guardiões. O filme é, na minha opinião, irretocável. É um filme acertado em TODOS os aspectos. Em palavras simples, eu não mudaria nada no filme.
A animação é belíssima, o filme tem um visual fantástico. O desenvolvimento dos personagens é ótimo. Pego por exemplo Kung Fu Panda, onde para mim um dos defeitos dos filmes é o fraco desenvolvimento dos Cinco Furiosos, aqui em A Origem dos Guardiões a Dreamworks conseguiu o seu Vingadores. Todos os guardiões (Jack Frost, Papai Noel, Coelho da Páscoa, Fada do Dente e Sandman) são muito bem trabalhados no filme, tratados com excelente cuidado e respeito para com a lenda de onde eles vêem, mas sendo modernizados. Nisso, eles são tratados como super-heróis, até porque o filme tem bastantes cenas de ação, que são um show a parte. Não preciso nem falar que o 3D é ótimo.
O ritmo do filme é impecável, uma das poucas vezes que não olhei uma única vez para o relógio para ver as horas, a história e os personagens te prendem de uma maneira muita intensa. Nesse quesito, o timing entre a ação, humor e drama é ótimo. O humor é fluído, orgânico, não recorre a piadas fáceis e exageradas, e mais importante: Não subestima a inteligência do público. A história do filme é simples e o filme joga limpo com isso, assim ele vai soltando questionamentos e mensagens que tornam muito rica a trama e os personagens, assim fazendo o drama funcionar muito bem (Chorei em vários momentos do filme, eu devo admitir. haha). Claro, o filme não é perfeito, mas eu pelo menos não consigo pensar em nada que quebre a magia dele.
Ao final, temos um filme intimista sobre esses personagens clássicos que são tratados com um grande respeito e revitaliza suas mitologias e é basicamente um filme sobre acreditar. Acreditar e que traz a tona a sua criança interior, de uma maneira muito sincera, cativante e emocionante. Uma aventura que parece que o Hollywood parece ter esquecido como se faz, mas vem provando com recentes produções que ainda sabe fazer. Hoje em dia, fazer o simples é que se tornou complexo. Vemos aí filmes como Prometheus e The Dark Knight Rises, por exemplo, com tramas super ambiciosas, cheias de simbologias, críticas sociais e o temas por assim dizer mais pesados, que simplesmente falham por errar em todo o básico. Nisso sairam filmes CHEIO de incongruências e furos, sem ritmo e com personagens mal trabalhados e vemos em paralelo filmes como Vingadores e A Origem dos Guardiões dando uma aula de cinema puro, despretencioso e honesto.
Se um dia tivemos uma Pixar que lançou Os Incríveis, agora temos a Dreamworks lançando Como Treinar o Seu Dragão e A Origem dos Guardiões e nisso… O estúdio da lua minguante merece palmas pelo seu êxito.

Nota 10 para A Origem dos Guardiões.
Forte canditado a vencedor do Oscar 2013, ao meu ver.
BignadaQuasar, onde nada é cósmico e nada é A Origem dos Guardiões.
Por Akanadin.
Crítica: Hotel Transilvânia
E Genndy Tartakovsky estréia no cinema. Não o começo ideal, mas necessário.
Hotel Transilvânia tem um problema seríssimo e esse problema se chama Adam Sandler!
A frase acima é o suficiente para a maioria dos que estão lendo já evitarem de ver o filme. haha
Não me levem a mal. O gosto do Adam Sandler, como já devem ter visto em críticas minhas dos filmes dele, mas eu gosto do Adam Sandler nos filmes dele. O filme é dirigido pelo Genndy Tartakovsky, criador de Laboratório de Dexter e Samurai Jack, e protagonizado e produzido pelo Adam Sandler. Nisso, acaba que o filme puxa muito mais pro lado do Sandler do que o Tartakovsky, é um filme de estúdio.
Nisso entramos em outro problema que é o problema atual do Adam Sandler: Ele entrou numa vibe sem fim de filmes para família sobre família há a alguns anos (Click, Gente Grande, Esposa de Mentirinha, Cada um tem a gêmea que Merece e já vai lançar Gente Grande 2) e Hotel Transilvânia é um filme família focado no Drácula e sua filha. O que se esperava era um filme paródia desses monstros clássicos, mas isso fica muito de lado sobrando uma tirada engraçada aqui e ali (Mérito do diretor, tenho certeza) e um final apressado. O que é uma pena, tinha mais potencial.
Outro problema é a dublagem. Especificamente alguns personagens que tem vozes abrasileiradas demais. Tem um mordomo NORDESTINO e o um Lobisomen que foi dublado pelo mesmo cara daquele filme: MUITA CALMA NESSA HORA. Cara… É de doer. O pessoal do cinema se passou, mas não deixa de ser de doer. haha
Em suas qualidades, o filme visualmente é muito bom. Começando pelo Drácula e seus movimentos cartunescos que parodiam o jeito clássico do vampirão se mover. Ao longo do filme vemos várias criaturas e monstros interessantes, num nível até Tim Burtaniano se for para comparar.
O roteiro é simples, não é muito difícil sacar a trama. Como eu disse, é um filme de estúdio. Deve ter mudado muito ao longo de seu desenvolvimento, não dando muita liberdade ao diretor. A começar que o filme é leve demais, em certos momentos vemos claramente que tinhasse em mente algo mais pesado ali, mas acabou sendo amenizado.
O filme vale pelo visual, por várias tiradas engraçadas e pela animação cartunesca bem feita, mas peca na dublagem e no roteiro prejudicado. No fim, é sim uma boa opção para se levar as crianças no cinema e já vale por ser beeeeeem melhor que o último filme do Adam Sandler. hahaha
Nota 7,5 para Hotel Transilvania.
BignadaQuasar, onde nada é cósmico e nada é Hotel Transilvânia.
Por Akanadin.
Star Wars Detours – Trailer e Star Wars Carros da Pixar
Anunciada em 2010, a série animada Star Wars – Detours, paródia do universo de Star Warsque Seth Green e Matthew Seinreich, os criadores de Frango Robô, fizeram com aval e produção da Lucasfilm Animation, ganhou o seu primeiro trailer.
O visual é bem mais certinho do que as zoações habituais de Robot Chicken. Assista abaixo.
Star Wars Detours – Trailer
Abaixo, alguns clipes da paródia.
Star Wars Detours – Clip #1
Star Wars Detours – Clip #2
Star Wars Detours – Clip #3
Pelo trailer e pelos clips deu pra ver que ao menos tem um texto bacana, afinal o Seth Green já tem muita bagagem nas costas em relação esse tipo de coisa, mas eu ainda prefiro muito mais a paródia feita por ele no Frango Robô. Prefiro no stop motion do que essa animação, que faz os personagens mais caricatuais e ficou meio DK Mode. hehe
E é claro… A série é feita pela própria Lucasfilm e não diretamente pelo Seth Green, ou seja, ele não vai ter tanta liberdade para escrotizar quando ele teria fazendo no canto dele, mas eu acho que vai ficar bacana.
Agora… Ainda estou esperando aquela série Live Action que a Lucasfilm promete já há muitos anos e até agora nada, se bem que eles não terem lançado nada é porque não chegaram a nada que valha a pena sair do papel, então é falar não produzir nenhuma série live action mesmo. A última notícia que saiu em relação a isso era a idéia de colocar viagem no tempo com um alguém voltando para o passado para assassinar Anakin para impedir que ele se tornasse Darth Vader, ou seja, uma idéia de merda.
Além disso, indo no embalo da notícia…
Durante o evento Star Wars Celebration VI em Orlando, na Flórida, a Disney Collectors anunciouque os personagens de Carros vão ganhar figuras colecionáveis baseadas na saga de George Lucas. Veja as artes conceituais de Relâmpago McQueen como Luke Skywalker, Mate como Darth Vader, Tractor como um Stormtrooper, Sally como a Princesa Leia e Luigi e Guido como C-3PO e R2-D2:
Indo nesse esquema do Carros fazendo paródia, eu gostaria de ver um curta do Mate parodiando Star Wars. Quem já assistiu (Passava direto no canal Disney XD) sabe que Carros 2 é praticamente um curta do Mate extendido. Nessa vibe que a Pixar está de fazer animações despretenciosas, seria uma boa ver algo assim…
Mas eu ainda estou esperando um filme da Pixar baseado num quadrinho da Marvel. Quero ver essa parceria em ação.
Voltando a falar sobre Star Wars e suas paródias, Star Wars Lego é bom demais. xD
Star Wars Lego – Bombad Bounty
Incrível o quanto Star Wars rende paródia. Acho que dá pra dizer tranquilo que as paródias de Star Wars são muito mais queridas do que a nova trilogia, apesar de que a nova trilogia contribuiu para a existência do Jar Jar Binks que nas paródias sempre é escrotizado e é engraçado. Tem um curta da Lego em que ele é EXPLODIDO… Sem falar no filme Fanboys em que há uma cena de rachar de rir envolvendo ele e o Seth Rogen. hahahahahahahahahahaha
BignadaQuasar, onde nada é cósmico e nada é Star Wars Detours e Star Wars Carros.
Por Akanadin.
Crítica: Happy Feet 2
Após o grande filme que foi o primeiro Happy Feet, filme que eu demorei a dar o devido valor, a Warner nos entrega outro espetáculo visual que é Happy Feet 2. O filme mantém o padrão de animação, agora com uma história mais despretenciosa, mas ainda com o fator da crítica ecológica, além de trabalhar assuntos como aceitação e preconceito. Inicialmente, ele se parece muito com o primeiro filme. A idéia é fazer uma rápida inversão de papéis quando o protagonista do primeiro filme é quem tem de aceitar as diferenças de seu filho para com o resto dos pinguins. Nesse aspecto, o filme surpreende ao fugir da velha fórmula do filho dar uma lição de moral ao pai de forma superficial e previsível. Ambos os personagens amadurecem juntos, cada um como precisa na situação em que estão. Não vou me estender mais para evitar spoilers.
O filme é mais simples que o primeiro e menos ambicioso, pelo menos eu achei. Aqui temos uma catástrofe que gera uma situação claustrofóbica, o que dá tensão ao filme e concede imprevisibilidade a ele, até certo ponto.
Inicialmente, eu achei que o filho, Erik (Ava Acres) iria tomar lugar o lugar de Mumble (Elijah Wood) como protagonista, mas não é bem isso o que acontece, o que me agradou muito. Alguns personagens ficam mais apagados aqui como Gloria (Pink) que tem menos tempo em cena, Ramon e Amoroso (Robin Williams), além do resto daquele grupo de pequenos pinguins, para dar lugar a personagens novos como Sven, de importante função no filme, um elefante marinho e também dois Krills de nome Will e Bill, que protagonizam uma trama paralela no filme e também servem de alívio cômico de certa forma.
O ponto forte do filme é a parte gráfica. Visualmente, ele consegue ser tão impressionante ou até mais do que o primeiro. Tudo no filme é belíssimo, uma animação de primeiro. O filme também é musical como o primeiro. Há alguns recursos de trama meio batidos como o herói que substitui a figura do pai e a questão da dívida improvável, mas eu achei bem usado no filme.
Enfim, o filme é um espetáculo visual. Menos ambicioso do que o primeiro, ainda assim ele consegue ser forte para as crianças que irão assistir com personagens cativantes e humor bem dosado e para o público mais maduro como tiradas inteligentes e uma trama tensa e instigante com o que há de melhor em animação.
Nota 10,0 para Happy Feet 2.
BignadaQuasar, onde nada é cósmico e nada é Happy Feet Two.
Por Akanadin.
Crítica: Os Pinguins do Papai
Aquele filme que ninguém viu, mas todo mundo odeia. Aquele que pelo trailer causa rejeição e todos falam: “Why, Jim Carrey, why?”. Eu particularmente sou um grande fã do trabalho do Jim Carrey, ele marcou a minha geração e vários de seus filmes estão entre minhas comédias favoritas de todos os tempos. É aquele ator que muitos amavam, mas depois de crescidos passam a dizer que não gostam para passar uma imagem COOL, o cara sério e entendedor de cinema arte. Eu considero o Jim Carrey um baita ator, ele consegue fazer personagens super marcantes, cheios de trejeitos próprios e com muita identidade e ainda assim não se prender a eles. Pense no Ace Ventura: O jeito de falar, de andar, os bordões, personalidade, etc…; Tudo foi criação do Carrey e ficou muito marcante, você vê o personagem e imediatamente o reconhece, mesmo assim o ator não ficou preso a ele (Como os Johnny Depps da vida, por exemplo). Bom, sem me estender mais, considero o Jim Carrey um baita ator.
Agora… Não adianta colocar ele para fazer um filme como os Pinguins do Papai, pois aí fica difícil carregar o filme. Ele me pareceu estar ali de boa vontade e até se esforçando, mas falta aquela coisa na história. Partindo de um princípio simples, é um filme familiar eficaz. Ele tem a sua moral e ela é passada, mas menos do que comum o filme, Os pinguins estão ali e fazem umas gracinhas, mas não são cativantes o bastante. É um filme bem Fox de ser, o filme “para toda família não botar defeito”. No fim das contas, não faria diferença ser ou não o Jim Carrey o protagonista. Ele até solta umas piadinhas, mas nada do nível de seus bons tempos.
Nos aspectos técnicos, é mediano. Se bem me lembro, no filme os pinguins são reais e em outros momentos CGI. Para mim, pareceu CGI o tempo todo, mas como não sou especialista em pinguins (haha). Agradou-me a fotografia do filme, ele é bem agradável aos olhos ao menos, passa a sensação de leveza que o filme quer passar no caso.
Para mim, não há nada de errado em um filme querer ser despretencioso. Eu até prefiro mais uma história simples, mas redondinha do que um filme complexo cheio de problemas e furos. Agora, não basta ser simples e despretencioso sem ser divertido, sem ter aquela magia. Temos um Jim Carrey politicamente correto e contido que interage com pinguins e essa relação até funciona, relação esta é até mais natural do que com a própria família dele na história do filme, mas não é o bastante para justificar um filme. Como um filme familiar de sessão da tarde, eu já vi piores. No fim das contas, é um filme gelado, que não ofende, mas não empolga. Passa uma mensagem que você já sabe qual é e já viu e tantos outros filmes. Falta um charme próprio para o longa, falta estilo.
Nota 4,5 para Os Pinguins do Papai.
BignadaQuasar, onde nada é cósmico e nada é Os Pinguins do Papai.
Por Akanadin.
Universidade Monstros (Monsters University) – Teaser Trailer
Saiu o primeiro trailer de Universidade dos Monstros, que é o prequel de Monstros S.A. Assista abaixo o teaser.
Por esse teaser não dá pra dizer muito. Pouco a pouco a Pixar caminha em direção a se tornar uma Dreamworks, porque na minha opinião Monstros S.A. não precisava de continuação/prequel, mas vamos ver o que sai daí. O teaser só mostra um pouco do humor do filme. Vamo que vamo.
BignadaQuasar, onde nada é cósmico e nada é Monsters University.
Por Akanadin.
Wreck-It Ralph – Trailer
Prontos para assistir o trailer de animação sobre personagens de video-game, vilões para ser mais preciso, com direito a Bowser, Bison, Zangief, Dr. Eggman, Kano e até um fantasma do Pacman? XD
Se estiverem prontos, é só assistir. Enjoy! XD
De alguma forma, a Disney conseguiu colocar em tela juntos todos esses personagens aew (Eu sei como foi: Money, money, money) e parece que teremos uma grande animação sobre video-game. A princípio, me pareceu uma animação da Pixar pelos gráficos, mas não é não. O trailer é sensacional, ansioso para ver o filme.
O filme aqui no Brasil irá se chamar Detona Ralph. Portanto, pessoas como eu não precisarão a aprender a pronunciar esse título. kkkkkkkkkkk
BignadaQuasar, onde nada é cósmico e nada é Wreck-It Ralph Trailer.
Por Porco-Aranha.
































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