Crítica: Falsa Loura

Falsa Loura
Falsa Loura

Operária especializada e competente, a bela Silmara (Rosanne Mulholland) sustenta o pai, Antero (João Bourbonnais), um ex-presidiário físicamente deformado pelo fogo e tenta a todo custo reatar relações amigáveis entre o pai e o irmão caçula, o cabelereiro Tê (Léo Áquila). Apesar de atrair e ser atraída pelos homens, Silmara mantém um ambíguo relacionamento com a professora de dança Regina (Luciana Brites). Silmara compensa a deprimente miséria familiar com um comportamento aparentemente agressivo, fútil e despachado. Na fábrica, ela é instada por sua melhor amiga, a também operária Luiza (Vanessa Prieto), a se tornar a “pigmalião” da tímida, desajeitada e solitária Briducha (Djin Sganzerla). Silmara, Briducha e a professora municipal Ligia (Maeve Jinkings), juntam suas economias para assistir o show do grupo “Bruno e seus Andrés”, no Clube Alvorada. Ao se envolver emocionalmente com o ídolo Bruno de André (Cauã Reymond), Silmara passa a representar para suas amigas do trabalho a utópica possibilidade de rápida ascensão econômica e social e se torna um mito entre as colegas Milena (Suzana Alves), Valquíria (Priscila Dias), Fátima (Naruna Costa) e Rosecler (Ingrid Silveira). Somente Luiza, sua confidente, fica sabendo que Bruno a tratou como uma réles prostituta. Ao mesmo tempo, ela desconfia que o pai voltou a atividade de incendiário profissional. Apesar da brutal lição de desprezo com o ídolo pop, Silmara irá repetir o mesmo trajeto abissal quando, através da intermediação do poderoso advogado Dr. Vargas (o cineasta e jornalista Bruno de André), é contratada para passar um final de semana como acompanhante do maior cantor da música romântica brasileira, Luís Ronaldo (Maurício Mattar) e de seu filho Leonel (Emanuel Dórea).

O filme não tem nada demais. Podia passar tranquilo no Canal Brasil e ficar reprisando. Não é tão bonito e bem-feito como os desafinados e nem tem uma história inovadora e criativa. O destaque do filme é a própria Silmara e a trama com seu pai, além das adversidades ao longo do filme. Enfim, é um filme mediano e mais um filme brasileiro que fala sobre pobreza e com muitas cenas de sexo Sabe, o de sempre.

Nota 5 para o filme.

Sexta-Feira farei a crítica de mais um filme Brasileiro: Estômago.

Bignadaquasar, onde nada é cósmico e nada é louro.

Por Akanadin.

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3 comments

  1. O Akanadin é muito bondoso !!!

    Eu também assisti e daria um três para o filme. A história realmente é uma porcaria. Muito comum.

    Daria 3 pelas cenas de sexo. Única coisa que se salva. Mas a garota realmente é muito bonita.

    Temos que arrumar uma forma de dar nossas notas, mas com algo comum como o omelete faz com os ovos.

    Que tal, no máximo, 10 cumshots no melhor e 0 cumshots no pior???

  2. Afinal, o filme que não tem Selton Melo é um lixo!!!

    A exceção é Tropa de Elite que foi Divinamente estrelado por Wagner Moura!!!

    minha opinião !!! RESPEITEM!

  3. Pois eh, mas como o filme era bem genérico, eu dei nota cinco. É a menor nota que eu dei até hoje, contando com as críticas do antigo Bignada.
    Pensando bem, acho que vou resgatar aquelas críticas e postar de novo.

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