Cinenada: A Ilha

Em Cartaz no Cinenada:

A Ilha

A Ilha

O Cinenada tem o prazer de apresentar um curta-metragem de animação feito por brasileiros:

A Ilha

Sinopse Rápida: Um curta de animação, A Ilha é um filme criado por alunos da Escola Audiovisual de Brasília. Uma história com uma forte crítica social e sacadas muito inteligentes sem deixar de ser divertido, é uma excelente animação e eu recomendo.

Mundo Bignada, onde nada é cósmico e nada é A Ilha.

Por Akanadin e Porco-Aranha.

Tropa de Elite 2 está fora do Oscar 2012 – Nem precisou pedir para sair

Tropa de Elite 2 - Nem precisou pedir para sair do Oscar 2012

Tropa de Elite 2 - Nem precisou pedir para sair do Oscar 2012

Para quem tinha esperanças de que Tropa de Elite 2 seria o filme que iria trazer a estatueta dourada finalmente para o Brasil, sinto em dizer… Não foi dessa vez. Ele sequer está entre os indicados.

Abaixo, os nove filmes indicados a Melhor Filme Estrangeiro são:

  • Bullhead (Bélgica)
  • Monsieur Lazhar (Canadá)
  • Superclásico (Dinamarca)
  • Pina (Alemanha)
  • Footnote (Israel)
  • Omar Killed Me (Marrocos)
  • In Darkness (Polônia)
  • Warriors of the Rainbow: Seediq Bale (Taiwan)
  • A Separação (Irã)

Não é de se surpreender tem em vista como pensa a academia. Não fico feliz, nem triste com isso. Para mim, já era mais do que esperado. Até porque Cidade de Deus é um filme superior em muitos aspectos e principalmente no ponto de vista do cinema e não ganhou.

BignadaQuasar, onde nada é cósmico e nada é Tropa de Elite 2 fora do Oscar.

Por Akanadin.

Bignada Awards 2011 – Indicados a Melhor Filme Brasileiro do Ano

The Poskar 2011

The Poskar 2011

Agora na categoria de melhor filme nacional do ano… Os candidatos:

-As Aventuras de Agamenon – O Repórter

-Assalto ao Banco Central

-Brasil Animado

-Cilada.com

-O Homem do Futuro

-O Palhaço

-Rio

-Vips

Mundo Bignada, onde nada é cósmico e nada é Bignada Awards 2011 – Melhor Filme Brasileiro.

Por Akanadin e Porco-Aranha.

Crítica: Besouro

Besouro

Besouro

Um filme brasileiro sobre um lutador com “super-poderes”. Somente por apresentar algo assim, saindo da mesmice do cinema nacional, Besouro já ganha uns pontinhos positivos comigo já por conta.

Este é um filme de muitas facetas. No primeiro ato vemos uma história sobre artes marciais, capoeira mais precisamente, e sinto eu que teria gostado mais do longa se ele seguisse assim até o fim. No segundo ato somos apresentados a magia. Aqui o filme adquiri um caráter sobrenatural. Somos “bombardiados” com mitologia e o herói ganha seus poderes. No terceiro ato, temos já o confronto do herói com os vilões sendo o vilão o “racismo” em sua personificação mais marcante aqui no Brasil, que é esse tempo da escravidão. Aliáis, isso é abordodado no filme inteiro. A história se passa 40 anos após a abolição da escravidão e… Como deveria ser, os negros ainda são meros… Ahn… Escravos. XD

Bom, eu esperava mais do filme. Aliais, eu esperava outra coisa. Pensei em ir ver um filme com belas cenas de luta e capoeira, mas isso fica em segundo plano. Achei o filme carregado demais: Escravidão, capoeira, misticismo… Ficou meio cansativo, além da figura do Besouro estar longe de ser um “super-herói”. Em todo o filme há um clima depressivo e o Besouro não é lá um salvador, mas um lenda. Falando nisso, o filme está mais interessado em construir a mitologia do Besouro, do que trabalhar o humano em si. Muito provável que isso tenha sido proposital, mas… Ficou meu vazio as motivações dele, se é que existem. Ou foi falha do ator ou… Não sei. É um filme bem… “Viajado” mesmo. Fuga do realismo.

Em termos técnicos… Normal. Não fede nem cheira. Não há uma cena de ação memorável e impressionante. Mesmo os combates com capoeira feitos com uma boa coreografia cansam com o passar do tempo. Não é algo empolgante, alucinante, eletrizante. E os efeitos especiais em si são poucos, coisa básica. As atuações também são normais.

Não é ruim o filme, mas também está longe de ser memorável. Cansativo, mas esforçado, Besouro é legal, mesmo que derramando escravidão e misticismo na nossa cara (Até o Exu em pessoa aparece no filme). É uma experiência interessante.

Nota 3,5 para Besouro.

BignadaQuasar, onde nada é cósmico e nada é Besouro.

Por Akanadin.

Crítica: O Palhaço

O Palhaço

O Palhaço

A história do palhaço triste. Este é o resumo do filme. Sua proposta até poderia funcionar e até que rende uma boa discussão, porém para isso seria necessário que o filme não fosse um belo saco.

Os únicos momentos divertidos do filme por assim dizer são quando temos em cena “participações especiais” como Moacyr Franco, Jorge Loredo, etc…, e mesmo assim não quer dizer muito como se isso valesse o filme. Em termos de drama, que é a verdadeira faceta do longa, também não me agradou nada.

Basicamente é isso. O filme recebeu excelentes críticas, mas a mim não agradou nenhum pouco. Ele tem uma mensagem bem clara e uma lição de moral, mas isso não é de longe suficiente para justificar o longa. Desculpem-me, mas eu achei um pé no saco e não recomendo a ninguém. Na minha opinião, um filme cuja a única qualidade pode ser resumida em uma frase, que no caso é a sua mensagem, não vale a pena ser visto.

Abaixo, uma famosa piada que cumpre a missão do filme em muito menos tempo e de graça:

“Um homem vai ao medico, diz que está deprimido, que a vida parece dura e cruel, diz que se sente só num mundo ameaçador. O medico diz: O tratamento é simples. O grande palhaço Pagliacci esta na cidade, vai ao show isso deve animá-lo. O homem começa a chorar. Mas doutor, ele diz, eu sou o Pagliacci”.

Nota ZERO para o filme.

BignadaQuasar, onde nada é cósmico e nada é O Palhaço.

Por Akanadin.

Crítica: O Homem do Futuro

O Homem do Futuro

O Homem do Futuro

Wagner Moura parece ser o homem que quer mesmo elevar o cinema brasileiro para o próximo, ampliando as possibilidades criativas. Em Tropa de Elite 1 e 2 temos dois grandes filmes policiais que podem ser comparados com filmes policiais americanos de alto nível, também estes se tornando fenômenos de bilheteria nacional, ou seja, blockbusters. além de que a figura do Capitão Nascimento na realidade é um super-herói, aquele que pode fazer o que um homem normal não pode. Em O Homem do Futuro, o cinema brasileiro dá um novo passo em direção ao futuro, não querendo fazer trocadilho. Aqui temos um filme de ficção científica misturado com romance. Nada revolucionário. Nada que eu já não tenha visto em De Volta para o Futuro, Futurama, etc… mas é um iniciativa interessante e o filme é sincero e despretencioso. Para uma produção brasileira, os efeitos especiais não constragem, mesmo sendo obviamente uma produção menor, mas quem garantiu um cuidado maior com os efeitos creio que foi a Paramount, produtora do longa.

Em se tratando de atuações, o filme é carregado pelo ator Wagner Moura, como esperado, mas se eu for citar outro ator acho que colocaria em destaque a atriz Aline Moraes que tem um bom crescimento ao longo do filme e forma casal com o personagem de Wagner Moura.

Despretencioso e divertido, O Homem de Futuro é um filme de ficção científica simples, o protagonista cria uma máquina que originalmente deveria gerar uma nova fonte de energia, mas acaba percebendo que criou uma máquina do tempo e ele aproveita para tentar consertar sua horrível vida. As reviravoltas do filme são até previsíveis, apesar de que eu gosto muito de filmes de viagem no tempo e paradoxos, nunca me canso deste tipo de história, Bom… O Homem do Futuro é um filme divertido e é muito bom sair daquele velho padrão de filme brasileiro. Uma agradável ficção científica minimamente competente com o carisma de Wagner Moura. Esperava muito menos.

Nota 8,0 para O Homem do Futuro.

BignadaQuasar, onde nada é cósmico e nada é O Homem do Futuro.

Por Akanadin.

Dragon Ball Z Kai – Abertura e Encerramento Brasil (Dublado PT – BR)

Abertura:

Encerramento:

Awesome! Ficou muito bom, mesmo. Não supera CHALA HEAD CHALA, mas empolga e dá vontade de cantar e somente isso importa.

BignadaQuasar, onde nada é cósmico e nada é DBZKAI.

Por Porco-Aranha.

Crítica: Hércules 56

Hercules 56

Hercules 56

Não há muito para mim o que falar de um documentário sobre a época da ditadura militar, primeiramente porque eu não sou lá um grande aluno de história e segundo que eu não vivi esse periodo. Falando nisso, esse filme é perfeito para alunos e professores de história e outras ciências humanas e também para pessoas que viveram nessa época da ditadura militar. O documentário é um prato cheio para quem está estudando e pesquisando esse período. O filme todo são relatos de senhores que naquela época eram estudantes e/ou militantes que lutaram contra a ditadura militar, tendo como alguns dos focos principais o sequestro do embaixador americano e o assassinato do aluno. O filme é muito pesado. Se você não tiver o mínimo de preparo, você facilmente fica perdido em meio aquilo tudo. É um documentário de verdade, não é como porcarias inúteis como This is It e Justin Bieber – Never Say Never que se denominam documentários e não passam de lixo, desperdicío de vida. Hércules 56 é útil. É um documentário de verdade.

Não é algo que eu recomendo para as pessoas assistirem ou que eu vá querer assistir de novo, até porque eu não sou lá um intelectual, sou apenas um nerd poser, mas Hercules 56 cumpre muito bem o que se propôe a fazer. O filme tem excelentes diálogos com humor e informação na dose certa. É um filme bem dosado. É pesado. Não é difícil ser soterrado por tanta informação e tantos relatos históricos. Eu gostei. Não é meu tipo de filme, mas é muito melhor do que muita porcaria que tem estreado no cinema brasileiro ultimamento.

Nota 9,5 para Hercules 56. Carne de Porco-Assado.

Porco Assado

Porco Assado

BignadaQuasar, onde nada é cósmico e nada é Hercules Cinquenta e Seis.

Por Orc Descerebrado.

Crítica: Vips

Vips

Vips

Por algum motivo, eu assisti a esse filme. Seria rápido e mortal, pois eu não tenho muito a falar sobre este longa.

É um filme… Sem impacto algum. Muito fraco. Este é o “Prenda-me se for capaz” brasileiro e piorado. Segundo as fontes do blog, este filme é baseado em um livro, mas segundo os créditos finais do filme é uma obra fictícia. Não sei quem está certo ou errado nessa história, mas tudo bem.

A primeira metade do filme é até boa. Até aquele ponto era um filme normal que estava correndo de forma satisfatória. Aliáis, a primeira metade do filme é tão diferente da segunda que parecem que são dois filmes distintos. Na primeira parte do filme, temos um longa até que bom. Agradável. A fotografia é muito boa. As paisagens são belíssimas. Aqui neste primeiro momento há personagens e diálogos são bons. Então, beleza. O filme vai seguindo, vai indo e aí meu amigo, vem a desgraça. A segunda metade do filme é um desastre. Praticamente tudo que é mostrado e desenvolvido na primeira metade do longa é descartado. A mudança de cena que ocorre em uma já esperada passagem de tempo é brusca demais. É brusca e desleixada demais. Não estou brincando, a segunda metade do filme é muito ruim. Tudo é corrido. Tudo é corrido mesmo. O roteiro aqui é apressado e desastrado demais. Os diálogos são ruins. O filme segue daquele momento e vai até o fim atropelando tudo e todos e o resultado final não agrada nenhum pouco.

Agora, você deve ter notado que Wagner Moura está no filme, não é? Você deve ter visto o nome dele no poster ou sinopse. Se você está pensando em assistir a este filme somente por causa da presença dele, eu digo que estará perdendo seu tempo. Eu poderia dizer que a atuação neste filme está péssima, mas eu creio que era o personagem dele que é muito ruim mesmo. Também posso dizer que além do personagem dele ser muito ruim, também foi muito mal dirigido. Tem alguns momentos bons, mas é mérito total do Wagner Moura mesmo. Se já na primeira metade do filme, o personagem não decola (Isso não foi uma piadinha intencional. XD ), na segunda ele está completamente perdido. Não há o que fazer com este personagem, ele é raso demais.

Bom. É um filme que não te emociona em momento algum. Você não sente uma grande tensão, porque não o porquê se importar com aqueles personagens. É um filme que foi muito mal montado, como disse o Super Obama. Muito provável que tenha sido proposital e era realmente intenção do diretor que as metades do filme parecessem dois filmes distintos, só que são duas metades que não se resolvem, não se sustentam isoladamente e muito menos juntas. Ele falhou no objetivo dele. FAIL. Não como é o livro, mas o filme para mim não funcionou.

Nota ZERO para Vips. Um cocozinho.

Nota Zero/Bostinha

Nota Zero/Bostinha

BignadaQuasar, onde nada é cósmico e nada é Vips.

Por Akanadin.